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Cirurgias e Exodontia

Ações que possibilitam a remoção de tecidos comprometidos por doença, trauma ou indicação eletiva por estética, com o objetivo de recuperar a saúde e o bem-estar do paciente. Há também técnicas de reposição de tecidos comprometidos, enxertos, sejam eles de tecido gengival ou ósseo, com o objetivo de viabilizar tratamentos reabilitadores.

  • Cirurgia oral menor: Remoção de dentes do siso ou comprometidos, lesões infecciosas (granulomas e cisto), excessos de tecido gengival, excessos de tecido ósseo.

  • Traumatologia: Ações de redução, contenção e estabilização de fraturas nos ossos da face e dentes.

  • Implantodontia: Ação cirúrgica de inserção de pinos de titânio/zircônia para a reposição de raízes dentais perdidas.

  • Enxertia: Procedimentos de reposição e complementação de tecidos ósseos perdidos, através de tecidos do próprio paciente (autógenos) ou de tecidos de outros indivíduos (heterógenos = banco de ossos) ou de outras espécies (alógenos = ossos equinos, porcinos ou bovinos) e ainda os sintéticos (materiais não biológicos = cerâmicas, gesso). No caso de tecido mole, no Brasil, autógenos e sintéticos apenas.

Cuidados no período pós-operatório garantem uma recuperação segura

Primeiramente, o paciente e o cirurgião devem estar em sintonia.

O paciente deve informar ao profissional qualquer doença que tenha ou teve e se toma algum tipo de medicamento, estas informações são fundamentais para o sucesso da cirurgia. Em seguida, o dentista deve apresentar ao paciente as diversas situações a que está sendo submetido, incluindo informações sobre a posição dos dentes e o tamanho e disposição das raízes.

Após a cirurgia, inchaços e desconfortos poderão aparecer, o que não passa de um processo normal e são facilmente tratadas com compressas geladas e medicamentos prescritos pelo cirurgião.

Todas as instruções de dieta deverão ser seguidas, tais como, evitar alimentos quentes e aumentar os nutrientes a serem consumidos.

Além disso, as atividades físicas devem ser suspensas por pelo menos 1 semana.

Após a cirurgia também fica suspensa a ingestão de refrigerantes carbonados, assim como a ingestão de líquidos por meio de canudos.

 

Bochechos vigorosos com enxaguantes bucais também podem perturbar a ferida cirúrgica.

  • Precisarei fazer algum tipo de manutenção após o tratamento de implantes?
    A manutenção dos implantes garante um total sucesso a longo prazo do tratamento com implantes dentários, é imprescindível o controle periódico dos implantes e dos tecidos que os suportam, os tecidos per implantares ( o osso e os tecidos moles circundantes aos implantes). Para ter um controle clínico, é recomendado ir ao dentista a cada seis meses para manutenções , higienizações e controle clínico radiográfico. Mesmo assim, é muito importante que se tenha uma higienização diária, tanto da prótese quanto dos implantes.
  • Instalar implante dentário é dolorido?
    Não. Hoje em dia com o avanço da tecnologia e técnicas cada vez mais simples, o tratamento é realizado sob efeito de anestésico, neste caso, e feita a sedação intravenosa (sedação consciente, pela veia), realizada por um médico anestesista. Sempre são administrados medicamentos antes e depois da cirurgia, garantindo assim um pós- operatório bem simples e confortável ao paciente.
  • Existe algum tipo de rejeição do organismo?
    O tratamento de implante é seguro e de simples execução, porém cada organismo reage de uma forma. Mesmo que o implante seja feito de titaniumm, um material inerte ao osso, em mínimos casos o organismo pode rejeitá-lo. Qualquer fabricante de implante ou mesmo o especialista que o execute orienta o paciente a seguir todas as recomendações para que o tratamento tenha sucesso.
  • Terei que ficar sem dentes durante o tratamento?
    Não, será feita uma prótese provisória com um material mais simples. Ela será fixada aos dentes pilares com um material de fácil remoção. O uso da prótese provisória é importante para proteger os dentes vizinhos e promover um bom resultado estético.
  • Qualquer pessoa pode obter implantes dentários?
    Sim, mas deve ter mais de 17 anos de idade, este é o momento em que termina o processo de formação dos ossos faciais. O paciente também precisa ter um bom estado de saúde e não estar em um tratamento intensivo, por exemplo, contra um câncer ou doenças sistêmicas.
  • Pacientes fumantes podem fazer implantes dentários?
    O tabagismo pode prejudicar a cicatrização adequada de um implante, entretanto, isso não impede que fumantes tenham implantes dentários instalados e reabilitados com sucesso. Para informações mais especificas relacionadas às suas necessidade dentais e efeitos do tabagismo, agende uma avaliação, nossos especialistas irão explicar tudo detalhadamente.

Dr. Alexandre Do Valle - CRO/SC 12061

Responsável Técnico: 

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